Furto de cabos deixa mais de 1600 pessoas sem água no Loteamento Lauro Rocha e localidades do entorno  

20/06/2023 - 15:10 Atualizado há 6 horas



Na noite desta segunda-feira (19), cabos foram furtados no poço responsável pelo abastecimento do Loteamento Lauro Rocha e comunidades vizinhas, deixando mais 400 famílias sem água, o que equivale a aproximadamente 1600 pessoas que dependem desse sistema para suprir suas necessidades básicas.

 

Segundo Carlos Melo, diretor-presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), o furto dos cabos comprometeu o funcionamento do poço, resultando na interrupção do abastecimento. “Essa interrupção afeta diretamente a vida dos moradores, que ficam impossibilitados de realizar atividades cotidianas, como cozinhar, tomar banho e lavar roupas”, lamentou.

 

Carlos Melo, diretor-presidente do SAAE

 

O diretor-presidente destacou que medidas estão sendo tomadas para solucionar o problema o mais rápido possível. “A primeira providência é o registro de um Boletim de Ocorrência junto à polícia, além disso, entramos em contato com a empresa Energisa, responsável pelo fornecimento de energia elétrica na região, a fim de relatar o ocorrido e solicitar o suporte necessário para restabelecer a energia no local. Com a energia elétrica restabelecida, será possível realizar as devidas ações para reparar os danos e retomar o abastecimento”, explicou.

 

 

Equipes do SAAE estão atuando na compra dos novos cabos para substituir os que foram furtados, com o objetivo de restabelecer o fornecimento de água o mais breve possível, minimizando o impacto causado aos moradores do local. Ainda de acordo com o diretor, “vale ressaltar que o furto de cabos é crime e, além de acarretar transtornos para toda a comunidade, há também o prejuízo financeiro para os órgãos responsáveis, que precisam arcar com os custos de reparo e reposição dos cabos”.

 

O SAAE solicita a parceria dos moradores para que denunciem qualquer atividade suspeita relacionada a furtos de cabos ou qualquer outra infração que prejudique o fornecimento de serviços essenciais à população.

 

Fotos: Inácio Prado