Prefeitura de São Cristóvão propõe implementação de uma Mesa de Negociação Permanente na área da saúde  

10/06/2022 - 15:05 Atualizado há 1 dia



A prefeitura de São Cristóvão fez uma proposta de implementação de uma Mesa de Negociação Permanente na área da saúde junto aos sindicados e trabalhadores da área. A proposta foi feita na última quarta (8) pelo Prefeito Marcos Santana e pela Secretária de Saúde, Fernanda Santana.

 

 

A Mesa de negociação será regida nos moldes do Conselho Nacional de Saúde, a partir de um regimento interno que irá definir as diretrizes e os moldes das negociações futuras entre gestão e trabalhadores da saúde. 

 

 

 

 

“Nossa proposta não é uma Mesa de Negociação Permanente apenas para essa gestão, e sim uma Mesa de Negociação para o município de São Cristóvão, ou seja, algo que vai ultrapassar gestões. Estamos propondo instituir um órgão permanente com os trabalhadores de saúde”, explicou Aline Magna, Procuradora Municipal.

 

 

Ainda segundo a procuradora, as negociações e propostas serão registradas em ata e passadas pelo Conselho Municipal de Saúde, que é uma instância deliberativa que possui a participação tanto do poder público como da sociedade civil, o que legitima ainda mais todo o processo.

 

 

 

 

 

Próximos passos

 

Os sindicatos da saúde irão avaliar a proposta e sugerir alterações no regimento interno pré-estruturado, para apresentar os representantes dos trabalhadores na mesa. Qualquer sindicato da área da saúde poderá fazer parte da Mesa, não havendo limitação para essa participação.

 

 

Após definição do regimento, será publicada uma portaria com a definição da implementação da Mesa de Negociação Permanente e a partir das primeiras reuniões, as atas serão também registradas e publicadas no diário oficial.

 

 

“A proposta visa a reabertura do diálogo entre gestão e a categoria, de forma cuidadosa para que se evite ruídos de comunicação. A gestão então está criando um órgão com a participação dos sindicatos, como uma forma permanente de diálogo e negociação das bases das relações de trabalho, e não só isso, mas também sugestões pra a gestão”, concluiu a procuradora Aline Magna.